Quem me segue no Instagram sabe que em Setembro de 2015, a convite da Visit Britain viajei pela Grã Bretanha durante quase 10 dias, explorando 4 cidades diferentes da minha própria escolha. Apenas parte do material criado durante a viagem foi parar nas redes sociais. Então neste post vou contar um pouco mais sobre os locais que passei e mostrar conteúdo inédito dessa trip!

A trip feita sob medida incluía visitar diversos monumentos arquitetônicos, catedrais e abadias incríveis em Londres, Bath, Bristol e Cardiff durante a viagem pelo sul da Inglaterra e País de Gales. Algo que combina muito comigo e vai bem com o estilo fotográfico usado na minha conta do Instagram.

O objetivo desta viagem era documentar a trip toda e promover a Grã Bretanha como um destino turístico, para os que gostam de viajar e explorar cidades diferentes. A divulgação “live” vinha através de fotos e videos postados ao vivo nas nas redes sociais como Instagram, Facebook e Snapchat.

Além dos criadores de conteúdo e influenciadores de alguns outros países, e aqui do Brasil César Ovalle (@cesinha) e Paulo Del Valle (@paulodelvalle) também participaram da ação criada pela Visit Britain. Cada um, com a sua viagem e itinerário feitos sob medida. A hashtag usada durante a ação inteira foi a #LoveGreatBritain.

Confira abaixo algumas imagens inéditas e locais que visitei durante a estadia em Londres. Além dos passeios mencionados, tiveram muitas outras atrações que explorei andando sozinho pela cidade.



Primeira parada: Londres, Inglaterra
Cheguei em Londres logo pela manhã e fui direto para o Qbic Hotel. Um hotel de decoração moderna com texturas e materiais diferentes, mas tudo de muito bom gosto. Fiz o checkin, fui pro meu quarto, larguei as malas, tomei um banho rapidão e fui pra rua porque o primeiro passeio já ia começar…

A parada em Londres era a cidade onde tinha mais atrações programadas, ao todo eram mais de 15 visitas em apenas 3 dias e meio. O tempo era curto para a quantidade de coisas que queria ver na cidade. A minha sorte é que estava tudo programado e esquematizado na grande maioria dos locais que iria visitar.

Comecei por um Street Art Walking Tour (Alternative London) assim que cheguei na cidade. Fui andando para Brick Lane – ponto de encontro, que fica relativamente perto do hotel. Era um passeio gratuito com grupo aberto, onde a Lily (guia francesa e artista plástica) mostrava e explicava os graffitis que víamos, descrevendo as diferentes técnicas aplicadas. No final do tour depois de uma longa caminhada, a guia pedia uma contribuição caso alguém ficasse com vontade. Dei à ela £10.00 que tinha reservado para a ocasião.

 


De Brick Lane fui direto para o Tower Bridge, onde era a próxima atração do itinerário. Lá o programa era visitar a ponte, as torres e andar na passarela de vidro por cima do rio Tâmisa. A Tower Bridge é uma ponte-báscula e foi inaugurada em 1894. Atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de ser conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo. O preço da visita é de £9.00 para adultos.



Como todo ponto turístico, a atração principal – neste caso a passarela de vidro – estava tomada de gente querendo fazer a selfie para registrar o momento. Andar sobre a passarela de vidro 42 m acima do rio Tâmisa, dá um friozinho na barriga, mas deu tudo certo. 🙂

#LoveGreatBritain
Tower Bridge, Londres Inglaterra

DannyZappa_OMGB_TheShard_05
O resto do dia era uma tarde livre no meu itinerário, então aproveitei a tarde ensolarada para voltar a pé para o hotel. Passeando pela cidade e me perdendo um pouco pelas ruas estreitas londrinas.


 

O dia seguinte era um dia cheio de visitas à mirantes e decks de observação. Logo pela manhã, fui andando para a ‘City’ – parte financeira da cidade. Subi no alto do arranha-céu ’20 Fenchurch Street’ também conhecido como ‘The Walkie-Talkie’, em busca do mirante com jardim tropical, o Sky Garden.  O “jardim do céu” abrange 3 andares do topo do prédio com uma ampla área de visualização, terraço, bar e dois restaurantes.

#LoveGreatBritain
Vista do terraço de observação do Sky Garden, olhando para The Shard.

A entrada para o Sky Garden é gratuita, mas é preciso agendar com antecedência e o acesso dá direito a ficar apenas uma hora por lá. Passei literalmente a hora inteira descobrindo o local e fotografando os detalhes das linhas de construção do edifício, o jardim tropical e a vista no terraço de observação.


Da City, fui andando para as margens do rio Tâmisa encontrar com um casal de amigos. Almoçamos à beira do rio em frente ao famoso Tate Modern, o museu nacional de arte moderna do Reino Unido. Já que estávamos por lá, fizemos uma visita rápida ao museu e já fui para a próxima parada.

#LoveGreatBritain
Rafael Aflalo contemplando a arte Tate, Londres Inglaterra

A entrada do Tate Modern é gratuita, mas tem acesso apenas para algumas das exposições. Antes de partir, uma paradinha para foto do Domo do St. Paul’s Cathedral, na varanda do Tate Modern.

#LoveGreatBritain
Vista do Tate Modern, por cima do rio Tâmisa  #LoveGreatBritain

 


Para a tarde, eu havia solicitado para subir na roda-gigante, a London Eye, conhecida também como Millennium Wheel (Roda do Milênio). Inaugurada no ano 2000, é uma roda-gigante de observação, situada à beira do rio Tâmisa. Como o meu ingresso era “Fast Track”, eu pude chegar na hora marcada para subir.

A volta completa dura um pouco mais de meia hora e cada cápsula carrega em torno de 15-20 pessoas. O preço para subir na roda-gigante é um tanto caro (£27.00 – £33.00), mas vale a experiência.


Para finalizar o dia visitei mais uma plataforma de observação, dessa vez na torre mais alta de Europa, o mirante do The View from the Shard.

Na maioria das atrações programadas do meu itinerário, os meus ingressos estavam na entrada ou recepção me aguardando. Desta vez também, mas aconteceu algo interessante. Cheguei lá, me apresentei na recepção e mulher me olhou de uma maneira curiosa, coçou a cabeça e respondeu em inglês “OK! I’ll be right back with your ticket !”. Quando voltou, ela estava com o celular na mão e o meu Instagram aberto e perguntou em português “Você é este Danny Zappa?” e apontou pro celular. “Sou brasileira e eu te sigo! Tô acompanhando a sua viagem aqui na Inglaterra. Que demais você aqui no The View!” ela completou. Fiquei surpreso e conversei mais um pouco com a Isabela enquanto ela me entregava o ingresso.

#LoveGreatBritain
Vista do deck de observação do The View from the Shard #LoveGreatBritain

Wow! Que vista! Parece que está sobrevoando a Londres por helicóptero. As plataformas ficam entre os andares 68 e 72 (233 m acima do nível da rua) e visibilidade de até 64 km de distância, se o tempo permitir.

O totem que aparece na foto da esquerda mostra uma camera live de Londres atual, com zoom potente e a possibilidade de ver simulações de como a cidade era em outras épocas. O preço para subir até o deck de observação é salgado. Fica em torno de £30.00 para adultos, mas também valeu muito a pena a visita e a vista.


No terceiro dia, atravessei a Millennium Bridge, e fui para um tour exclusivo pela obra-prima incomparável de arquitetura britânica. A St. Paul’s Cathedral (Catedral de St. Paul), construída á mais de 300 anos, a cúpula da St. Paul’s Cathedral é um ícones e pontos turísticos mais reconhecidos no horizonte de Londres, e o interior da Catedral é simplesmente de tirar o fôlego.

Lá estava eu, no local e a hora marcada. Fui recebido pela Karen Joy Hart, uma jovem senhora inglesa incrível que atendeu a todos os meus pedidos! Ela me levou para conhecer a o interior da St. Paul’s Catedral antes de abrir para o público e me deu um tour pela catedral.

Normalmente não é permitido fotografar no interior da catedral, mas como eu estava lá à pedidos para divulgar o local pelas redes sociais, abriram esta excessão para a sessão de fotos. Quando tirei o celular para começar a fotografar, veio uma freira correndo pedindo para respeitar as regras do local. A Karen veio à frente para dizer que estava OK fotografar porque estava com ela! 🙂 Ufa!

Depois de ver todo o térreo da catedral, eu olhei pra cima e vi que tinha uma “varanda” que corria por cima dos arcos. Pedi para ir lá e a Karen rapidamente conseguiu a chave que dava acesso ao lugar que queria ver de perto.

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Vista panorâmica por cima da entrada da Torre Oeste

Subi na varanda acima dos arcos, fui atrás do órgão da catedral, subi as escadas até a Golden Gallery com mais de 1160 degraus, atravessando a uma biblioteca escondida entre as paredes da catedral com uma Bíblia de 1600 e uma sala com uma maquete replica da Catedral, toda feita em madeira.

Na escalada até o top da cúpula, passamos pela Whispering Gallery (30m do chão), a Stone Gallery (53m do chão), até chegar na Golden Gallery (85m do chão) no topo do domo, uma varanda com vista panorâmica de 360º sobre Londres.

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Whispering Gallery, dentro da cúpula da St. Paul’s Cathedral

A descida para o térreo foi bem mais rápida que a subida!



Em seguida, fui a pé para The British Museum, onde passei algumas horas admirando as obras e a arquitetura do museu. Fiquei mesmo impressionado com o teto do museu, feito com 3312 triângulos de vidro todos um pouco diferentes em tamanho e forma. O teto cobre a Great Court no entre as galerias British Museum, deixando a luz natural iluminar o área.

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A entrada do British Museum é gratuita e dá acesso a todas as galerias do museu.


Na sequência, mais um museu com uma visita guiada. Desta vez foi o Jon, um jovem inglês, que me recebeu na entrada do Natural History Museum & Darwin Centre (Museu de História Natural & Centro de Darwin).  O museu, com edifício de estilo vitoriano, era um local que eu queria conhecer pessoalmente há bastante tempo.

O tempo que tinha sido programado para a visita do museu era apertado, então Jon me levou para ver os pontos mais interessantes e me deu uma aula de história natural ao longo do tour e conseguiu respondeu a todas as minhas perguntas e dúvidas.

Dada a idade do museu, fundado em 1881, muitas das coleções têm um grande valor histórico e valor científico como as espécimes coletados por Charles Darwin, armazenadas no Darwin Centre.

Embora tenha feito uma visita guiada com o Jon, teve muitas coisas que não consegui ver por falta de tempo. Acho que passei por volta de 2 horas passeando e conversando com. Mas pode separar confortavelmente uma tarde para conhecer as inúmeras coleções de ciências da vida e da Terra expostas no museu.

Uma das exclusividades é a exposição permanente de esqueletos de dinossauros. A entrada do Natural History Museum é gratuita e dá acesso todas as galerias do museu.

 


Fechei o último dia de Londres com um programa bem inglês, um chá da tarde. Encontrei com a Irene no famoso Prêt-à-Portea, o afternoon tea do hotel The Berkeley. A confeitaria e os doces finos do Prêt-à-Portea são inspirados em peças da moda com um toque de cake-design fashionista.

Chá e doce não é bem a minha praia, mas eu estava lá para encontrar alguém.

#LoveGreatBritain
Chá da tarde inglês no Prêt-À-Portea, no hotel The Berkeley em Londres. #LoveGreatBritain

Irene trabalha no escritório da Visit Britain em Londres e até aquele momento eu não a conhecia pessoalmente, havia trocado email. Conversamos por quase 2 horas, enquanto os chás, doces, frutas e sanduíches chegavam pagar a gente experimentar. Contei a ela todas as visitas e experiências que tive naqueles dias na cidade e mostrava as fotos tiradas.

Continue lendo a Segunda Parte da viagem #LoveGreatBritain, onde passo por mais 5 cidades entre Inglaterra e País de Gales.

 

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